Instituto ISAC reforça alerta sobre álcool e obesidade e amplia ações de prevenção
O consumo de bebidas alcoólicas vai além dos impactos já conhecidos sobre o fígado e o sistema nervoso. Estudos científicos recentes apontam que o álcool também pode influenciar significativamente o ganho de peso e o risco de obesidade, especialmente a abdominal — considerada a mais perigosa do ponto de vista cardiometabólico.
Atento a essas evidências, o Instituto ISAC intensificou suas ações de orientação e prevenção voltadas à população, destacando que o álcool fornece aproximadamente 7 kcal por grama, valor energético próximo ao da gordura e superior ao dos carboidratos e proteínas. Quando consumido de forma frequente ou em grandes quantidades, pode contribuir para um balanço energético positivo e, consequentemente, para o acúmulo de gordura corporal.
De acordo com pesquisas científicas recentes, o consumo elevado de álcool está associado a maior chance de sobrepeso e obesidade abdominal. Já o consumo leve apresenta resultados inconsistentes quanto à relação com ganho de peso. Além do aspecto calórico, estudos indicam que álcool e obesidade compartilham mecanismos biológicos semelhantes, envolvendo circuitos cerebrais de recompensa, regulação do apetite e processos inflamatórios.
Diante desse cenário, o Instituto ISAC tem desenvolvido campanhas educativas, palestras comunitárias e orientações em unidades de saúde para informar a população sobre os riscos do consumo excessivo. A instituição também promove acompanhamento multiprofissional com nutricionistas, médicos, psicólogos e educadores físicos, oferecendo suporte integrado para controle do peso corporal e redução do consumo de álcool.
Outro ponto de atenção destacado pela equipe técnica do ISAC é o impacto do álcool no metabolismo hepático. Quando associado ao excesso de peso, o risco de doenças hepáticas aumenta significativamente, podendo acelerar o desenvolvimento de complicações clínicas.
Segundo a direção da instituição, a abordagem preventiva é essencial. “Não se trata apenas de falar sobre dependência ou doenças hepáticas. O álcool também deve ser considerado como uma fonte relevante de calorias na dieta e um fator de risco metabólico. Informação baseada em evidências é ferramenta de proteção à saúde”, destaca a equipe técnica.
Com foco na humanização, responsabilidade social e promoção da saúde integral, o Instituto ISAC reafirma seu compromisso em orientar a comunidade para escolhas mais conscientes, reforçando que prevenção, acompanhamento e educação em saúde são pilares fundamentais para enfrentar um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade: a obesidade.
No dia 18 de fevereiro, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, uma data dedicada à conscientização sobre os riscos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas e seus impactos na saúde pública. Reconhecido como um dos principais fatores de risco para doenças hepáticas, cardiovasculares, transtornos mentais e diversos tipos de câncer, o uso abusivo do álcool também está associado a acidentes de trânsito, violência e prejuízos familiares e profissionais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo nocivo de álcool representa um dos maiores desafios globais em saúde, reforçando a importância de ações educativas, prevenção e acesso ao tratamento. A data convida a sociedade a refletir sobre hábitos, incentivar o consumo responsável e ampliar o debate sobre políticas públicas de cuidado e proteção à vida.
O Instituto ISAC, alerta que “Cuidar da saúde é também cuidar das escolhas diárias. Informação e prevenção constroem um futuro mais saudável para todos.“
Da Redação: https://institutoisac.org.br/
