Dia Internacional da Medicina Integrativa
Celebrado internacionalmente, o Dia da Medicina Integrativa chama a atenção para um modelo de cuidado em saúde que vai além do tratamento da doença, priorizando a pessoa como um todo. A proposta integra a medicina convencional baseada em evidências com práticas complementares seguras, reconhecidas e centradas no bem-estar físico, mental, emocional e social do paciente.
A Medicina Integrativa tem ganhado espaço em sistemas de saúde ao redor do mundo por estimular uma abordagem mais humanizada. Em vez de focar apenas nos sintomas, considera hábitos de vida, alimentação, atividade física, saúde emocional, relações sociais e contexto cultural. Práticas como acupuntura, fitoterapia, meditação, yoga, terapias corporais e acompanhamento nutricional podem ser utilizadas de forma complementar, sempre com respaldo científico e acompanhamento profissional.
Especialistas destacam que a integração não substitui tratamentos médicos convencionais, mas os fortalece. Em doenças crônicas, dores persistentes, transtornos de ansiedade, estresse e processos de reabilitação, a abordagem integrativa tem mostrado resultados positivos, contribuindo para melhor adesão ao tratamento e qualidade de vida dos pacientes.
No Brasil, esse modelo dialoga com as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), ofertadas no Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando o acesso da população a cuidados mais abrangentes e preventivos. A data reforça a importância da formação multiprofissional, do cuidado contínuo e da escuta qualificada como pilares de uma saúde mais eficiente e humana.
O Dia Internacional da Medicina Integrativa é, portanto, um convite à reflexão: cuidar da saúde não é apenas tratar doenças, mas promover equilíbrio, prevenção e bem-estar, colocando o ser humano no centro das decisões em saúde.
Da redação: https://institutoisac.org.br/
